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Tipos de blefaroplastia: conheça quais são!

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Imagem meramente ilustrativa (Banco de imagens: Shutterstock)
5 min. de leitura

Entenda os principais tipos de blefaroplastia, suas técnicas, indicações e diferenças para escolher o procedimento ideal para o seu caso

Os tipos de blefaroplastia vêm se tornando cada vez mais conhecidos devido à procura por procedimentos que rejuvenescem o olhar e melhoram a função das pálpebras. A blefaroplastia pode ser realizada tanto por motivos estéticos quanto funcionais, principalmente quando o excesso de pele prejudica o campo visual.

Para quem deseja compreender melhor as possibilidades e opções disponíveis, é fundamental conhecer os tipos de blefaroplastia e as técnicas utilizadas em cada caso. Afinal, somente um oftalmologista especializado em plástica ocular é capaz de indicar a abordagem mais segura, eficaz e adequada ao que o paciente realmente precisa.

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O que é a blefaroplastia?

A blefaroplastia é um procedimento realizado para corrigir excesso de pele, flacidez e bolsas de gordura que se formam nas pálpebras ao longo dos anos. Mais do que melhorar a aparência, ela pode trazer benefícios funcionais, como a ampliação do campo de visão quando há queda significativa da pele palpebral.

Outro ponto importante é que a blefaroplastia deve ser planejada de acordo com as necessidades de cada paciente. Por isso, entender os tipos de blefaroplastia ajuda a visualizar quais abordagens podem ser indicadas para seu caso, seja para uma mudança mais estética ou uma correção com impacto funcional.

Tipos de blefaroplastia

Os tipos de blefaroplastia variam conforme a região tratada e o objetivo da correção. A seguir, você conhece as principais categorias realizadas na prática clínica.

Blefaroplastia superior

Entre os principais tipos de blefaroplastia, a blefaroplastia superior é uma das mais comuns. Ela remove o excesso de pele da pálpebra superior e, quando necessário, corrige bolsas de gordura e pequenas alterações na musculatura.

Esse procedimento é indicado tanto por estética quanto por função, especialmente quando a pele sobreposta interfere na visão. O objetivo é devolver leveza ao olhar e eliminar a sensação de pálpebra “pesada”. Quando feita por um profissional especializado, a técnica preserva o formato natural dos olhos e garante cicatrizes discretas.

Blefaroplastia inferior

A blefaroplastia inferior é indicada para corrigir bolsas de gordura, rugas e flacidez na região abaixo dos olhos. Entre os tipos de blefaroplastia, é a que traz mais impacto no aspecto de “olheiras inchadas”, muito comuns com o passar do tempo.

Existem diferentes abordagens para a pálpebra inferior — pela via externa ou transconjuntival — e o especialista escolhe a mais adequada conforme a anatomia do paciente. O objetivo sempre é garantir um resultado natural, sem alterar o formato dos olhos.

Blefaroplastia completa

A blefaroplastia completa combina a correção das pálpebras superiores e inferiores no mesmo procedimento. É um dos tipos de blefaroplastia mais procurados por quem deseja um rejuvenescimento global do olhar, corrigindo todas as estruturas palpebrais excedentes.

Essa abordagem é especialmente indicada quando há flacidez generalizada, bolsas marcadas ou alterações que comprometem o campo visual e a estética ao mesmo tempo. Quando realizada por especialista, proporciona harmonia e equilíbrio facial.

Técnicas de blefaroplastia

Além dos diferentes tipos de blefaroplastia, existem também técnicas variadas para executar o procedimento, cada uma com indicações específicas. A escolha depende da avaliação médica e do objetivo desejado.

Blefaroplastia tradicional

A blefaroplastia tradicional é feita com bisturi, seguindo incisões planejadas para ficarem posicionadas no sulco natural das pálpebras. Entre os tipos de blefaroplastia, essa técnica é a mais utilizada, pois permite grande precisão na remoção de pele e gordura.

É considerada o padrão-ouro para correções estruturais, especialmente quando há flacidez acentuada. O pós-operatório costuma ser tranquilo, e as cicatrizes tendem a ficar praticamente imperceptíveis com o tempo.

Blefaroplastia a laser

A blefaroplastia a laser utiliza energia térmica para realizar cortes mais delicados e com menor sangramento. É uma alternativa moderna, principalmente para tratar excesso de pele leve a moderado. Nesse contexto, aparece como uma opção complementar entre os tipos de blefaroplastia, trazendo resultados previsíveis e recuperação rápida.

O laser também pode ser usado para melhorar a textura da pele ao redor dos olhos, contribuindo para um resultado mais uniforme. A técnica é segura, mas exige mão experiente e equipamento adequado.

Jato plasma

O jato plasma é um tratamento não cirúrgico que reduz a flacidez leve das pálpebras por meio de microlesões superficiais. Embora não substitua cirurgias estruturais, ele pode ser uma alternativa nos casos mais simples. Entre os tipos de blefaroplastia não invasivos, é uma das opções mais conhecidas.

Apesar disso, o jato plasma não é indicado para pacientes com excesso de pele relevante ou bolsas marcadas. Nesses casos, apenas a cirurgia tradicional ou a laser oferece correção efetiva.

Perguntas frequentes

Qual a melhor técnica de blefaroplastia?

A melhor técnica depende da avaliação individual feita por um oftalmologista especializado em plástica ocular. Cada caso exige uma abordagem diferente, considerando fatores como flacidez, excesso de pele, bolsas de gordura e anatomia das pálpebras. Por isso, entender os tipos de blefaroplastia é essencial, mas somente a consulta determinará a escolha ideal.

Qual a diferença da blefaroplastia a laser e convencional?

A técnica convencional utiliza bisturi, enquanto a laser utiliza energia térmica para os cortes. O laser tende a gerar menos sangramento e um processo de cicatrização rápido, sendo indicado para casos de menor complexidade. Já a abordagem tradicional é mais precisa e versátil. Ambas podem ser aplicadas dentro dos tipos de blefaroplastia, desde que haja indicação médica.

Quanto custa uma blefaroplastia não cirúrgica?

O valor varia conforme o método utilizado — como jato plasma ou laser superficial — e conforme a gravidade do caso. É importante lembrar que, embora considerados dentro dos tipos de blefaroplastia não invasivos, esses procedimentos não substituem a blefaroplastia cirúrgica quando há necessidade funcional ou excesso de pele significativo. Somente uma avaliação presencial pode definir o tratamento adequado e seu custo.

Para saber mais, entre em contato e agende uma consulta.

Fontes:

Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

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